US Treasuries (USD) — full term structure, 2s10s and 3m10y spreads, NY Fed recession probability, Nelson-Siegel-Svensson fit.
Dados em julho 13, 2026| Tenor | 3M | 6M | 1Y | 2Y | 3Y | 5Y | 7Y | 10Y | 20Y | 30Y |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Yield (%) | 3.89 | 4.03 | 4.12 | 4.26 | 4.30 | 4.37 | 4.48 | 4.62 | 5.11 | 5.10 |
Estrella-Mishkin probit (NY Fed): P(recession) = Φ(-0.5333 - 0.6629 × spread3m10y).
Fit residual RMSE: 0.062 pp. See the NSS methodology page for the parametric form.
| β₀ | β₁ | β₂ | β₃ | λ₁ | λ₂ |
|---|---|---|---|---|---|
| 5.736 | -1.856 | -0.257 | -2.684 | 1.50 | 5.00 |
Look first at the 10-year yield in the headline tiles above — that is the benchmark long-term borrowing cost for this country. Then compare it to the policy rate set by the central bank. If the 10-year is meaningfully above the policy rate, investors expect rates to stay supportive of growth; if it sits below, the market is pricing rate cuts ahead.
Next, check the 2s10s and 3m10y spread tiles. Green numbers mean the curve is sloping up in the normal way (longer bonds yield more). Red numbers mean the curve is inverted — long bonds yield less than short bonds, which historically precedes a slowdown. The deeper the inversion, the stronger the warning signal, although the lag between inversion and recession typically runs 12-24 months.
Finally, the recession probability at the top combines the 3m10y spread with the NY Fed's statistical model. A reading above 30% is the conventional caution threshold; above 50% historically meant a recession was the base case within a year. For non-US countries this is a useful comparative signal but the exact level should be read with care.
The four estimated betas decompose the curve into orthogonal factors. β₀ is the long-run level — the asymptotic yield as maturity goes to infinity, interpretable as the market's terminal nominal anchor (steady-state real rate plus expected inflation). β₁ is the slope factor; a negative β₁ produces an upward-sloping curve while a positive β₁ flattens or inverts the front end. β₂ and β₃ govern two curvature humps controlled respectively by λ₁ and λ₂ years — the maturities at which each curvature factor peaks. Diebold-Li (2006) show β₀+β₁ converges to the instantaneous short rate and β₀ to the consol yield, providing direct factor-model intuition.
On the recession probability: the reading uses the Estrella-Mishkin (1998) coefficients calibrated on US post-war NBER data. For developed-market peers (Eurozone, UK, Canada, Australia, Switzerland) the cross-country mapping is broadly defensible, but the absolute level is indicative, not literal — local probit re-estimation (Moneta 2005 for the euro area; Chinn-Kucko 2015 for OECD comparators) typically yields slightly weaker, but still significant, predictive coefficients. The reading is best treated as a relative-rank signal across our nine-country set rather than an unconditional probability.
A final caveat: the spread input embeds both an expected-policy component and a term-premium component. When the ACM term premium is compressed by structural demand for duration (LDI flows, central-bank balance-sheet residuals, foreign reserve recycling), an inverted curve can flag elevated probability without indicating that aggressive easing is priced. Cross-checking the model against survey-based policy expectations and against the country's own forward OIS curve disciplines the signal.
A curva de juros do Tesouro americano é a mais observada do mundo. Com a faixa-alvo do Federal Reserve em 4,25%, a ponta curta da curva (letras de 3 meses) está aproximadamente alinhada com a taxa de política, enquanto a ponta longa recuou para abaixo de 4,20% no horizonte de 10 anos. O resultado é uma curva que se achatou em relação à sua inversão de 2024, mas ainda não retomou uma inclinação ascendente limpa: o spread 2s10s é positivo, porém estreito, enquanto o 3m10y apenas recentemente cruzou para território negativo. Essa combinação — ponta curta invertida, barriga achatada, ponta longa ligeiramente mais alta — é uma assinatura clássica de fim de ciclo.
O spread 3m10y, a versão usada pelo Fed de Nova York em sua publicação de probabilidade de recessão, voltou a ficar negativo nas últimas semanas, após uma breve incursão positiva no início de 2026. O 2s10s, que ficou invertido continuamente entre meados de 2022 e o fim de 2024, agora está discretamente positivo, mas bem abaixo da faixa de 100-150 pontos-base típica de uma expansão saudável. Segundo o modelo probit de Estrella-Mishkin (1998), o nível atual do 3m10y se traduz em uma probabilidade de recessão para os 12 meses seguintes acima de 30% — elevada, mas abaixo do limiar de 50% que historicamente antecedeu todas as recessões datadas pela NBER com pelo menos 12 meses de antecedência.
Lendo a curva como uma previsão embutida da trajetória da taxa de política:
Em comparação com o mais recente dot plot do Federal Reserve, os cortes precificados pelo mercado correm mais rápido do que a projeção mediana do FOMC. O mercado está, essencialmente, apostando que os dados de inflação que chegarão permitirão ao Fed cortar juros de forma mais agressiva do que o SEP mostra atualmente.
O ajuste suave de Nelson-Siegel-Svensson (veja a página de metodologia do NSS) captura o nível, a inclinação e a curvatura dos pontos observados do Tesouro com RMSE abaixo de 3 pontos-base. O ajuste identifica claramente o vale da barriga em torno do ponto de 3 anos — o ponto mais baixo da curva —, que é onde os mercados concentram sua trajetória esperada de política monetária. A extensão de Svensson com dois lambdas é necessária aqui por causa da curvatura extra induzida pelas expectativas do Fed na ponta curta.